Provoquei o namorado da minha mãe e ele me comeu gostoso

Tem vezes que imagino que deveria ser estudada. Digo isso porque há determinadas situações que me enfio sem pensar, por causa do tesão e do desejo e que depois, com a cabeça fria, percebo que nunca faria e foi um grande risco. Esse relato é um desses casos. Quando meus pais separaram eu e mamãe fomos morar juntas, porque papai logo assumiu um relacionamento fora do país e casou com uma mulher que embora fosse muito gentil, não era minha mãe. Não tinha ciúmes, inveja ou nenhum sentimento contrário àquela situação, porque meus pais foram bem transparentes após mamãe saber que papai a traía e tinha até um filho fora do casamento (acho que falei isso no relato anterior). Ela ficou chateada como qualquer pessoa, mas aproveitou para dar um fim amigável à relação e viver a sua vida. Fiquei com ela porque era muito nova e não queria ir morar com a madrasta.

Depois que terminaram, eu e mamãe andamos por várias cidades no Brasil. Em cada uma delas, mamãe tinha um namorado e às vezes não. Mas sempre que ela enjoava do lugar, arrumávamos as coisas e partíamos para outra cidade. Inicialmente isso era chato e triste, porque fazia grandes amigas e depois me despedia para nunca mais vê-las, mas por outro lado era divertido conhecer novas pessoas e culturas. Talvez por isso não repito a figurinha, hahaha.

Certa vez fomos morar numa cidade do nordeste. Era a primeira vez que ficaríamos na região e logo percebemos que o clima dali fazia despertar em nós o desejo de ousar um pouquinho nas roupas. Foi a primeira vez que vi mamãe usar saias curtas, decotes grandes, ficar de barriguinha de fora e modéstia parte, sempre achei mamãe linda, gostosona, hahahaha, obviamente tinha visto ela pelada, mas as roupas daquela região deixavam ela muito mais gata. Isso me fez querer ousar um pouco mais. Tive várias primeiras vezes ali: usar calcinha fio dental por um dia todo, fazer marquinhas, usar sainhas bem curtinhas e atrevidas, provocar os garotos e… o namorado da mamãe.

É até embaraçoso prosseguir contando para vocês, mas só de pensar nisso, minha xaninha se umedece e já que comecei, prosseguirei. Em minha defesa devo dizer que o namorado da mamãe naquela cidade se chamava Eduardo tinha por volta dos 40 anos, corpo escultural de quem há tempos frequentava academia, dedicado com a saúde, mas igualmente charmoso, cheiroso, galanteador e de um papo pra lá de envolvente. Ele era nascido ali e tinha muitos amigos. Quando mamãe falou dele pela primeira vez, fiquei super curiosa porque sentia que ela não tava com ele por ficar, estava apaixonada e isso me despertou aquela vontade de saber se era alguém interesseiro, já havia ocorrido antes.

Mas quando nos encontramos num restaurante, vi que a coisa era mútua e formavam um belo casal. Por um instante imaginei que mamãe poderia ter alguém para ela de novo. Só que o tempo foi passando, eles passaram a conviver um pouco mais e às vezes ele ficava em casa com mamãe. Como eu posso explicar para vocês? É… Quando ele aparecia, pareciam estar em lua de mel constante e assim, na hora de dormir, o safado fazia ela gemer demais e esse tipo de situação ficava fazendo eu imaginar a transa dos dois. Vale mencionar aqui que já tinha transado e estava com 18 na época, fora que ele nunca tinha esboçado nenhum interesse em mim. Inicialmente não achava muito agradável pensar na ideia, depois comecei a me excitar e por último até a bater siririca ouvindo-os. rsrsrs.

E o problema maior é que embora procurasse algum namoradinho para apagar meu fogo, nada era parecido com o que rolava nas noites quentes de mamãe. Foi aí que passei a querer provar um pouco daquele macho e perdi a noção dos perigos envolvidos naquilo. Inicialmente comecei a usar meus vestidinhos discretos que colavam no corpo, mas Edu nem ligava, ou fingia muito bem. Depois passei a subir um pouco os vestidinhos para mostrar a dobrinha do bumbum em posições ousadas ao conversar com mamãe… mas nada do Edu. Eu temia fazer uma coisa mais direta e ele contar para mamãe, mas se não fizesse nada mais ousado, sentia que ele nem ia ligar.

Então usei um vestido curto sem calcinha e a subir um pouco mais a sainha, sentia até a brisa tocar minha xaninha que praticamente chamava o namorado da mamãe para dentro de mim. Num instante mamãe foi ao banheiro e deixou Eduardo sozinho na sala comigo, eu aproveitei para dizer que queria mostrar um álbum de fotos na estante abaixo da televisão. Aproveitei que o vestido havia subido ao ficar sentada e fui procurar as fotos de quatro, na frente dele. Ao me posicionar o vestido ficou preso quase na altura da cintura e o namorado de mamãe viu quase toda minha bunda e bucetinha. Demorei um pouco dizendo que não tava achando e ele nada dizia. Uns segundos depois eu saí com o álbum e ao vê-lo vi um volume na sua bermuda com uma preocupação da parte dele em esconder. Ficou sem graça por eu ter percebido que viu minha bunda.

Me sentei perto dele para mostrar o álbum e senti sua pele estar pegando fogo, um misto de constrangimento e tesão. A respiração até ficou mais pesada. Quando mamãe voltou ele ficou mais sem jeito ainda. Estava mudo, quase suando até que no álbum apareceu uma foto minha no fio dental e eu pus a mão tapando falando que aquela ali tava mostrando muita coisa e mamãe concordou com nós duas rindo um pouco. Eduardo então falou que tinha que ir no banheiro e se levantou de uma vez. Devia estar pirando e até eu fiquei com tesão por conta disso.

Nada mais aconteceu na sala e fomos dormir mais cedo. O repertório da transa deles ocorreu, só que ouvi mamãe falar que ele estava muito mais safado, pra ir com mais calma. Será que comeu ela pensando em mim? Que safado! Lógico que eu gozei na minha siririca, agora sabia que ele finalmente tinha me notado de outra forma. Dormi tranquila até que por volta das quatro da manhã ouvi um barulho na cozinha e fiquei assustada, me levantei, andei na ponta do pé e fui ao quarto de mamãe. Estava aberto, ela dormia feito pedra e percebi que devia ser Eduardo. Pensei em voltar pra cama, mas se quisesse provar ele, a oportunidade era aquela. Desci.

Não quis fazer surpresa a ele, um pouco distante perguntei se ele também não conseguia dormir. Ele ficou sério e falou que não conseguia mesmo não. Ficamos calados. Ele estava apenas de bermuda com seu peitoral definido a mostra e eu repeti a mesma atitude tomada na sala, com o mesmo vestidinho. Procurando algo na geladeira arrebitei a bunda e dessa vez Eduardo não conseguiu segurar a onda e sussurrou:

– Garota! Pára de fazer isso.

– Fazer o quê? falei desentendida.

– De ficar mostrando essa bunda pra mim, desse jeito não vou aguentar.

– Não gostou de ver? falei com uma carinha de quem ficou triste com aquilo, bem dengosa.

– Não é isso, mas é que… é…

– Eu sei que no fundo você não quer só ver. falei com uma cara mais safada e caminhei em direção até ele que ficou mudo. Então olhei para a direção de seu pau e continuei.

– Tá vendo que você quer fazer outra coisa.

Eduardo pareceu finalmente desistir de se segurar e veio pra cima me beijando a boca, me abraçando e apertando, uma delícia de pegada que me deixou mole logo de cara. Ele sussurrava que não tinha como aguentar àquilo, que eu tinha uma bunda linda demais, que já que eu queria rola, ia me dar, mas que era pra ficar caladinha para mamãe não acordar. Nossa, que coisa deliciosa foi aquilo tudo, nem preciso dizer que fiquei melada com o suspense de talvez ser flagrada pela própria mãe enquanto o namorado dela me comia né?

Ele foi rápido, tirou a piroca pra fora e eu agarrei com uma das mãos, mais da metade ficava exposta. Entre os beijos fui punhetando até me abaixar para começar a chupar com a bunda empinada. Ele ficou alisando, senti que queria me dar tapas e eu ficava ali meio desajeitada provocando aquele safado. Ainda falava pra ele que além de comer a mãe, ia comer a filha, que ele era muito safado e era muito errado. Isso parecia ir deixando ele mais tarado ainda. Senti seu pau ficar todo babado e melado em minha boca e ainda perguntei quem chupava melhor. Ele sorriu e me puxou o quadril para ficar de costas para ele.

Eduardo estava encostado na pia da cozinha e foi mirando seu pau para minha bocetinha sem dificuldades, puxou meu quadril e afundou para dentro. Estávamos muito molhados com aquela situação. Ele foi pondo devagarinho até sentir tudo dentro, dei um gemido alto e ele tapou minha boca falando que agora que tinha provocado ia ter que aguentar. Então começou a bombar e eu ia ficando embriagada com o prazer de ser bem comida por ele que buscava fazer eu curtir cada instante. Logo gozei em seu pau com gemidos abafados por sua mão enorme.

Ele percebeu e notou que fiquei molinha em seguida. Tirou seu pau, me puxou e colocou na mesinha da cozinha de frente para ele. Fiquei com as pernas abertas e ele segurava meus tornozelos. Antes de colocar para dentro não aguentou e caiu de boca. Puta que pariu, aquilo me deixou tarada novamente e tive que procurar uma energia maior para não gemer alto. E o pior é que ele parecia brincar comigo assim. Então colocou seu pau devagarinho e sem usar as mãos, senti ele quente, melado e muito duro, inchado, cheio de veias. Foi gentil e paciente até começar a estocar mais forte tomando cuidado para não fazer barulho.

Aberta, entregue ao prazer e vendo o namorado de mamãe fazendo caras e bocas, preocupado em não gemer, com as veias do pescoço saltadas me fez provocar nos instantes finais com um requebrado e uma chupada de dedo pegando meus seios. Não aguentou, e nem eu. Enquanto gozei nas últimas metidas ele retirou e gozou sobre minha barriga, uma quantidade absurda de porra. Ficamos finalmente saciados e respiramos fundo. Notamos que a cozinha ficou com cheiro de sexo em seguida e abrimos as janelas para mamãe não perceber.

Minutos depois e quando estávamos para sair dali, mamãe aparece na porta de seu quarto. Como sai da cozinha antes do namorado dela, perguntou por ele para mim. Meu vestido estava sujo de porra, na frente, mas aproveitei o escurinho para apenas dizer que estava na cozinha e entrei correndo no meu quarto, que ficava no começo do corredor. Do quarto ouvi ela perguntar porque ele demorava e Eduardo comentou que é porque eu tinha aparecido e conversamos um pouco, só ali fiquei com medo de ser notada e, ao mesmo tempo, triste por ter feito a própria mãe de corninha. Mas não vou mentir, dormi relaxada e o namorado dela ainda a fodeu por mais uma vez, estava tudo bem.

Obviamente que Eduardo, sempre que ficávamos eu e ele, dava investidas, conversava e às vezes dava uns pegas ou chupava seu pau rapidinho. Isso era legal, mas aquele senso de que tudo era muita sacanagem para mamãe me fez afastar dele e, em seguida, segui meus planos para estudar fora. Hoje me lembro de tudo que fiz, gozo bastante, não minto e como sei que minha mãe nem contato com Eduardo possui hoje, a consciência ficou mais leve para gozar e pensar naquele homem safado.

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