Saiu sozinha

Saiu sozinho.
Sem novidade, tinha liberdade apesar do seu estado. Civil e alcoólico.
Sua mulher também.
Saíram juntos. Ela entrou no Uber e ele no carro.
Conversavam. Versavam sobre seus tabus.
Ela chegou ao destino sem saber o que ele lhe reservava.
A ideia de saírem separados e se permitirem apimentava a relação, mas não se concretizava.
Naquele dia não havia essa idéia.
Mas ela era gostosa. Entrou no bar procurando a mesa, sua turma, displicente.
Só voltou seu olhar, rápido e desinteressado, nele.
Recíproco.
Se sentiu bem. Não estava buscando atrair atenção. Expectativa zero.
Achou sua mesa e celebrou o encontro. Alegre, despretensiosa, presente.
Sentiu e involuntariamente correu o olhar na direção dele. Outro ângulo. Mesma mirada.
Não desviou o olhar, não mexeu no cabelo.  Ele manteve seu olhar.
Ela relaxou e interagiu com as amigas. Sem arrogância, apenas não olhou mais para ali.
Ele não tirou o olho um minuto.
Por 20.
20 minutos pensando, sentindo, ensaiando.
Onde é o banheiro, ela perguntou à amiga ao lado.
Se desligou.
Voltou o olhar para aquele ponto.
Ele estava ali.
Presente, leal. Inseguro.
Ela sorriu, ele, constrangido e dominado retribuiu.
Ela, com a cabeça, indicou o caminho do banheiro.
Ele não entendeu, mas acompanhou, sentado.
Não perderam o contato visual um segundo.
Ela entrando no corredor do banheiro unissex, forçou novamente o pescoço e arrastou a presa.
Ele foi ao seu encontro.
A porta abriu. Ela olhou pra trás, calculando o tempo e reduzindo o passo.
Deixou a porta aberta e entrou falando: vem.
Ele entrou. O pau subiu tão rápido quando seu batimento.
Ela mostrou a aliança. E chupou o dedo.
Sem tirar o olhar.
Fecharam a porta.
Ela não estava acreditando naquilo. Não era ela.
Tirou as mangas do macacão, uma por vez.
Molhada, deu uma olhada no volume. Pegou.
Apertou aquele pau duro por fora. A outra mão correu o jeans e abriu o zíper.
Enquanto se sentava na tampa da privada, colocava a boca naquele pau.
Chupou diferente, como se repetir uma técnica doméstica representasse uma traição.
Nessa hora, sem culpa nem pudores, pensou no marido.
Mesmo pau, outra chupada.
Ele, ingênuo, com olhos fechados, ainda via o brilho da aliança estampado na pálpebra rubro negra e não imaginava.
Ele puxou sua cabeça e pela primeira vez percebeu que não estava no controle ela se esquivou, respeitosa, sem tirar a boca.
Ele só pensava nela.
Na outra festa, o marido que gostava de provocar a conversa e seus instintos, via as meninas da festa. Puxou assuntos polêmicos na segurança da aliança e do matrimônio, e pensou em todas as putarias com as meninas da festa, querendo chupar e comer sua mulher.
Sintonia.
A imaginou sensualizando, acreditando que sua imaginação sórdida poderia lhe render um sexo gostoso e diferente com ela. Nem imaginava que sua imaginação não era tão fértil quanto aquele banheiro.
Ela se levantou e seu corpo magro e longilineo deixou o macacão marrom cair.
Muito gostosa.
Calcinha empapada que tirou lentamente enquanto virava de costas.
Seguiu pensando no marido. Sem pudor, sem culpa, cheia de tesão.
Deixou o desconhecido entrar. Ele bombava mecanicamente aquela buceta.
Ela sabia que ia gozar.
Colocou a mão, descendo pelo umbigo, acariciando o clitóris e dedilhou. Sentiu-se plena. Sem pena. Pernas abertas.
Gozou. Ele não.
Levantou. Puxou a calcinha. Deu um beijo carinhoso, cúmplice, na boca da vítima e saiu com uma teta de fora, se recompondo.

1 comentário sobre “Saiu sozinha

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    Meu chama no zap 1194785-1246

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