Uma Transa totalmente inesperada

Trabalho em uma das unidades de negócio da empresa. Cada unidade tem em média 20 pessoas mais terceiros… Produção, engenharia, administração, segurança… Vários setores. Eu, sou da administração, ou seja, o cara da burocracia, da papelada, dos números. Essa papelada no final de mês, pós dia 20, parece triplicar e geralmente fico trabalhando até mais tarde, saindo do escritório após as 20 horas. O trabalho acumula para todos, é normal, mas geralmente, nesses dias sou o último a sair.

Pois bem, num desses dias consegui sair cedo e me despedindo dos colegas, uma colega me questiona “ué, mas já vai?”. Levei na brincadeira. Nos dias posteriores tudo correu da mesma forma, eu saindo tarde, vários colegas também. Mas ontem algo diferente, inusitado, inesperado, aconteceu.

Já eram 19 horas e eu ainda trabalhando, pessoal passando na minha sala para dar tchau. Se fez silêncio total no ambiente, logo pensei, estou só… Pouco tempo depois escuto barulho na sala da engenharia que fica há poucos metros da minha, fui averiguar quem ainda estava trabalhando também. Entrei na sala e vejo Carla, compenetrada, olhar na tela do computador… Carla é a mesma que brincou comigo uns dias antes, a mesmo do “ué, mas já vai?”. Dessa vez eu questionei brincando “ainda aqui? Vai pra casa criatura.”. Carla me olha sorrindo e não diz nada. Volto para minha sala, para os meus papéis.

Antes de continuar vou descrever Carla e eu o mais fidedigno possível. Ela tem 38 anos e fisicamente tem belos atributos, cabelos loiros, corte ao nível dos ombros, olhos verdes, nariz fino e arrebitado, seios médios, barriguinha lisa, pezinhos pequenos, pernas não muito grossas, mas torneadas e com seus pelinhos loiros… Mas melhor descrição seria, uma mulher sorridente, simpática, mas invocada e bravinha. Sexy, elegante e com o bumbum todo empinado quando usa um salto alto. Ela tem uma dosagem extra de feminilidade e delicadeza… Claro que notei todas essas características muito antes desse dia, mas nunca a olhei com cobiça. Sua vestimenta não tinha nada de diferente ontem, blusa, casaquinho, calça jeans e salto. Eu, bom, eu sou um cara de 40 anos, loiro, ficando grisalho, barbudo, alto, tenho olhos claros, verdes… Corpo, humm… Já foi mais atlético, heheheh, mas me visto bem, sei conversar, sou um cara bacana. Não sou nenhum ator pornô e não tenho um monstro entre as pernas. Sou normal, se é que alguém é normal, que passa despercebido na multidão, mas que sabe o que faz quando se propõe a fazer.

Retomando, voltei aos meus afazeres e poucos minutos depois Carla entra na minha sala com dois cafés servidos. Tomamos nossos cafés conversando sobre os acontecimentos do dia. Até aí tudo estava tranquilo, mas a conversa começa a entrar no campo mais íntimo e ela me conta de seu casamento e questiona sobre o meu… Me confidencia que as coisas não andam muito bem e acha que o marido tem uma amante. Me diz isso e enche os olhos de lágrima, putz, fico sem saber o que fazer ou o que dizer, me levanto e a abraço… Ela deita seu rosto no meu ombro e sinto sua respiração em meu pescoço. Que sacanagem, isso não se faz… Sinto o toque de seus lábios na minha pele, aí já era, meus instintos se aguçam. Um beijo, outro… Seu abraço é mais forte, suas mãos me puxam. Eu nunca resistiria a isso, na verdade nem tento resistir. Ela levanta a cabeça, olhos nos olhos, nossas bocas encontram-se e lutam debilmente,

mordendo-se com os lábios, nossas línguas se chocando, respirações com ar quente e pesadas vem com perfume e silêncio. Minhas mãos as puxam mais perto, sem deixar escapar, mesmo tendo certeza de que essa não é uma vontade ou opção. A dor das mordidas nos lábios tem sabor doce e nos afogamos em breves absorções de fôlego.

Ainda nos beijando, ela me encosta na parede tomando toda iniciativa da situação e começa a abrir minha camisa, meu cinto, minha calça… Beija meu peito, morde e passa a língua nos meus mamilos, elogia meu perfume, beija minha barriga, termina de abrir e agora puxa pra baixo calça e cueca juntos. Meu pequeno amigo está ereto, duro como pedra, pulsando, explodindo de vontade. Carla me olha nos olhos com um sorrisinho maroto, eu louco que ela abocanhe o rapazinho, mas ela ainda não o toca e fica beijando minhas pernas, morde minhas coxas, passa a mão nelas, então toca levemente minhas bolas deslizando os dedos, seus olhos grudados nos meus. Eu arfando de prazer, enlouquecido, minhas mãos apenas afagam seus cabelos. Carla começa a me masturbar vagarosamente… Só depois de me deixar completamente maluco ela começa a lamber minhas bolas, sua língua sobe e desce no corpo do meu

amiguinho, babando cada cm², ela beija e se delícia vendo minha cara de prazer, minha vontade e ansiedade por sua boca… Sua boca vem em direção a glande, beija e chupa, agora vai engolindo o corpo do rapazinho, movimentos pra trás e pra frente, sua língua deslizando na cabeça durante os movimentos, depois chupa com vontade, por vezes me olha e faz uma carinha de safada sorrindo marotamente… O tempo parece parado e meu tesão a níveis extraordinários. Eu digo a ela “Espera, se não vou gozar!!!” Ela satisfeita com essa informação sobe e volta a me beijar… Agora era a minha vez de maltratar Carla, então, primeiro termino de retirar toda minha roupa, ficando totalmente nu e passo a tirar a sua começando pelo casaquinho, depois sua blusa… Puxo as alças do sutiã, branco de renda, deixando cair lateralmente por seus braços, vou brincando com os dedos por dentro do bojo e arrancando

suspiros dela, beijo seu pescoço e vou descendo até os seios, agora sim, exponho os dois descendo o sutiã até a barriga, seus seios são lindos, médios, do tamanho perfeito que cabem nas mãos, fico admirando por alguns instantes, seus bicos clarinhos, lindos e estão totalmente durinhos. Eu passo a língua em um e depois no outro, brinco com os dedos neles, minha boca alterna os beijos… Decido me dedicar a um só por alguns momentos e passo mordiscar seu biquinho, puxando levemente com os dentes, beijo, sugo, abocanho e acaricio. Carla geme baixinho e isso me deixa doido… Meus dedos correm para o cós da calça dela, minha boca acompanha e enquanto minhas mãos abrem e tentam abaixar sua calça. Ela ajuda rebolando levemente até sua roupa ficar nos tornozelos, tiro seus sapatos e saco sua calça, deixo-a apenas de calcinha. Agora Carla tem pequenos espasmos porque volto e estou beijando sua barriga, por vezes minha boca retorna aos seus lindos cheirosos, lindos e macios. Que mulher de pele

linda Carla é. Eu estava doido pra tirar sua calcinha e chupar, lamber, mas também queria retribuir a maldade que ela fez comigo. Então me afastei um pouco e fiquei admirando aquela mulher maravilhosa apenas de calcinha pequena, linda quase transparente, de renda branca meus olhos percorreram demoradamente cada pedacinho dela, desejando, mordendo os lábios, babando como um lobo por sua presa. Carlinha me olhava com carinha de sapeca, a puxei pra mim, afastei a papelada da mesa e a coloquei sentada sobre o móvel e voltamos a nos beijar, então me sento na cadeira a sua frente, coloco suas pernas sobre os braços da cadeira e passo a beijar seus tornozelos, suas pernas, minhas mãos acariciando, agarrando, massageando cada centímetro. Minha boca chega em suas coxas. Carla tenta puxar meu rosto de encontro a sua calcinha, mas eu olho pra ela, sorrio e digo somente “Ainda não!” Mordo e beijo suas coxas sentindo seu perfume e a maciez de sua pele e devagar vou chegando na calcinha passando a beijá-la. Meus dedos agora percorrem as laterais da calcinha, sempre tocando aquela delícia ainda escondida. Ela sentia

minha respiração quente em suas coxas e na vulva. Coloquei meus dedos nas da calcinha da Carla e comecei a despir, ela apoiando as mãos na mesa levanta um pouco e puxo a calcinha trazendo-a de encontro a meu rosto, puxo tudo. Com a calcinha em minhas mãos, a cheiro e passo a língua pra sentir o gostinho. Carla olha e sorri, morde os lábios, pega a veste de minhas mãos e me diz “Quero tua língua em mim agora!” Carla deita na mesa e eu agora posso ver o quanto é delicada, rosada, cheirosa e deliciosa sua buceta, totalmente depilada. Cai de boca, com as pernas de Carlinha bem abertas me dediquei a lamber e chupar todinha sua genitália, minha língua percorria do clitóris até o períneo, muitas vezes até o ânus, meti meus dedos da mão direita em sua vagina e brincava lá dentro. Os dedos da mão esquerda abriam um pouco seu clitóris e ali me detive por longo tempo, lambendo com pressão. Carla gemia e dizia “Aí, isso, assim, continua, não para, vou gozar assim!” e ali fiquei. Eu queria fazer aquela mulher gozar, ahhh

como queria e se fosse necessário passaria a noite chupando e lambendo. Mas não foi preciso, alguns minutos depois, Carla começa a gemer mais alto, seu corpo começa a tremer e anuncia com voz trêmula “Tô gozando, caralho, tô gozando!” Me levantei e levei meu amiguinho ao encontro da gruta acolhedora de Carla. A penetrei e soquei forte. Suas pernas me abraçaram, eu socava forte, com vigor, tirava e esfregava no clitóris, Carla tremia, me olhava com expressão de dor e satisfação, mas não me empurrava. Eu penetrava novamente. Carla se levanta, me abraça e ficamos ali, abraçados, agarrados um ao outro, gemendo, por vezes nos beijando. Eu tento dizer que vou gozar e gozo urrando sentindo a dor lacinante e maravilhosa do gozo e a fraqueza muscular generalizada, meus joelhos querem se dobrar. Minha respiração ofegante. Carla e eu nos beijamos… Ela me olha e diz com respiração pesada e sorriso no rosto “Meus Deus, como eu precisava disso. Foi bom demais!” e eu respondo tentando recuperar o fôlego “Foi maravilhoso.”

Nos vestimos, conversamos um pouco mais e trocamos mais alguns beijos… Vamos embora.
Hoje ainda não nos vimos, mas não vejo a hora de trabalhar até mais tarde novamente e ter a companhia de Carla.

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