Virei putinha do sogrão

Meu nome é Marina tenho 26 anos, sou casada com Fábio 27 anos.

Viviamos muito bem, até o dia que meu sogro que ficou viúvo veio morar conosco, com a convivência passei a avaliá-lo melhor, meu sogro era mesmo um tesão de homem.

Semana dessas estávamos nos três reunidos na piscina fazendo um churrasco, eu discretamente babava naqueles músculos, ele é muito bonito, e por causa da sua vaidade ele se cuidava muito, ninguém diz que ele tem 53 anos.

Em dado momento, ele se aproxima de mim e de Fábio e pergunta: Queridos será que eu poderia convidar uma amiga pra se juntar a nós? Fábio se apressa em responder: Claro papai essa também é sua casa, convide quem você quiser, ele agradece e entra, lógico pra ligar pra tal amiga.

Quando eu fiquei a sós com Fábio eu disse: Quer dizer se a casa é dele, e depois ele quiser subir pro quarto com a amiga você deixa? Fábio se vira pra mim, bem grosseiro e fala: Não acredito que você agora vai implicar com meu pai, assim não dá Marina, se levantou e foi pra longe de mim, nisso Dario se aproxima de mim e como sempre foi carinhoso comigo, pega no meu queixo e pergunta: Mary meu bem, essa carinha é por causa do meu pedido? Eu respondo que tá tudo bem, então ele volta a falar, o que houve então, você estava com um lindo sorriso e agora tá com essa carinha, eu falei que foi eu e Fábio, nada haver com ele, coloquei um ponto final no assunto, e fui pra cozinha.

Não demorou muito a campanhia toca e ele vai abrir o portão, quando me entra um mulher gata, bundão, seios fartos e muito bonita mesmo, azedou meu dia, tive que me rebolar pra disfarça meu ciúme, até que felizmente o dia acaba.

A partir desse dia, era inevitável eu ficar de mau humor, nas noites quando ele se arrumava pra sair, porque eu deduzida que ele ia pros braços daquela devoradora de homens.

Então chega o dia de Fábio viajar, pois ele trabalha dando manutenção nas filias da empresa em que trabalha, essas viagens as vezes duravam de 8 até 15 dias fora de casa.

Naquele dia percebi desde cedo, que ele iria sair pela movimentação dele, então resolvi, já que ele tava ali sentado tão perto de mim, resolvo com voz de dengo falar: Dada você pretende sair hoje? Ele responde que sim, eu então digo: Logo hoje, queria tanto sua companhia pra vê se me distrai dessa agonia que tô sentindo, ele senta mais perto de mim e pergunta: Que você tem meu anjo? Eu rapidamente pego sua mão, e enfio entre minhas coxas e digo: Olha como estou pegando fogo sem seu filho aqui, aposto que ele acalma o dele por lá, sinta como estou quente, nesse momento seu polegar faz um movimento de sobe e desce na minha rachinha, e ele percebe o quanto minha calcinha está molhada, assim como percebo a ereção do seu membro, ele então fala: Tô vendo você tá em combustão, nesse momento eu coloca a mão sobre seu pau, e quando sinto ele pulsar eu o aperto entre meus dedos, ele levanta-se e me carrega nos braços até seu quarto, tira minha roupa e me deita na cama, e começa a me beijar desde meus pés, vai subindo pelas minhas pernas, coxas, quando chega na minha bocetinha ele dá uma lambida desde baixo até meu pequeno monte de vênus, e segue subindo pela minha barriga até chegar nos meus seios, enquanto chupa e mordisca um, aperta o biquinho do outro, me deixando louca com um prazer estonteante, chega na minha boca e quase me tira o fôlego, com um beijo cheio de volúpia, ardor e um desejo imensurável, daí começa a fazer, o caminho de volta a minha boceta, quando chega nela ele dá um puta beijo de língua, que me faz tremer e quase covulsionar, naquela língua fudendo minha xota, mais quando chupou meu grelo eu gemi alto e gozei em sua boca, que tratou de lamber todo mel que jorrava do meu poço do prazer, então ele levanta tira a roupa e eu abocanho seu pau, começo lambendo a cabeça, e vou descendo até as bolas. As massageio com a boca e volto a engolir seu membro duro, o mais lindo que já vi, ele sente urgência em me penetrar, então direciona aquele pedaço de carne e nervo, pra dentro de minha bocetinha carente, começa com umas estocadas, até que bomba alucinadamente o que fez com que disséssemos coisas desconexas e mergulhemos numa gozada sem precedentes, eu que estava com minhas pernas entrelaçadas nele, era como se eu não quisesse que ele saísse mais de dentro de mim, assim adormecemos agarradinhos.

Depois desse dia maravilhoso, ele passou a ser só meu, e eu até passei a gostar do trabalho de Fábio.

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