Transando com filho da empregada

Olá Desde minha infância que minha mãe que mora no interior tem a mesma empregada. Coisa que constatei na última semana quando fui passar alguns dias com ela no interior
Pois bem tive uma bela surpresa encontrei Elza ainda na casa de minha mãe, e perguntando pelo seu filho Paulo, Elza sorriu e falou rindo:
-Ah Marcela o Paulo está um belo rapaz se você o ver nem reconhece de tão bonito.
-Pensei comigo mesma toda mãe e coruja. E com sorriso matreiro lembrei-me das vezes que via Paulo ainda um moleque batendo punheta às escondidas na área da piscina enquanto eu tomava banho de sol sem a parte de cima do biquíni, com quatorze anos tinha um cacete enorme.

Mas como sou cinco (5) anos mais velha, não quis colocar o menino na perdição. Pois desde os meus 14 anos que eu já não era mais virgem já tinha transado com um namorado.
Logo fui estudar longe e não mais o vi.
Fui morar na capital e só vinha em férias.
Assim já pensei que teria aventura nestes próximos dias.
Mas no outro dia seria feriado e minha mãe iria visitar algumas amigas, como não sabia dirigir quem a levaria seria o Paulo, filho da empregada.

Bom saber que minha mãe tem alguém pra poder servi-la.
Acordei tarde achando que estaria sozinha em casa fui até a cozinha tomar meu café ainda de baby Dolly e para surpresa meu encontro na cozinha um rapaz sentado à mesa degustando de uma fruta.
Ah… Marcela este é Paulo meu filho disse toda sorridente Elza.

Lembra-se dele?
Claro!
Elza, apenas envelheceu, mas continua um belo rapaz.
Dizendo isto me senti sem roupas, pois os olhos de Paulo me examinavam, como se eu estivesse nua.
Seus olhos passeavam por todo meu corpo, meus seios ficaram de bicos eriçados, também com um par de olhos me examinando era difícil controlar.
Tomei meu café rapidamente e já ia saindo quando Elza me avisou que assim que fizesse o almoço iria para casa e Paulo ficaria, pois quando minha mãe quisesse voltar para casa ele iria buscar.
Não achei nada demais, mas só de saber da presença daquele rapaz o dia todo ali dentro de casa, já me surgiu ideias safadas na minha cabeça.

Paulo era negro tinha 24 anos era estudante e praticava karatê.
Muito alto com massa muscular na medida exata.
Fui para meu quarto e querendo aproveitar o dia o de sol voltei para piscina já era quase meio dia.
Assim que entrei na água vejo uma pessoa se aproximando com trajes de banho.
Caramba!
Exclamei que diacho de homem é aquele que vem se aproximando de sunga de listras azul,
“Parecendo um” “Deus Negro”. Alto com pernas grossas e sem deixar de notar a mala.
Ufa…

Que coisa eu sozinha e vem um belo exemplar de macho me tentar.
Assim que se aproximou falou espero que não se importe Marcela, mas sua mãe ligou e só vou busca-la as 17 h, como ela sempre diz que posso ficar a vontade, vim me refrescar um pouco.
Entrei na água e dando leves braçadas de um lado para outro me esbarro com Paulo dentro da piscina.
Foi algo espontâneo, mas que teve um efeito imediato.
Sem palavras saímos da piscina e como estávamos sozinhos tínhamos certeza que ninguém chegaria começamos a intensificar os carinhos.
Entrei na água e dando leve braçada de um lado para outro me esbarro com Paulo dentro da piscina.
Foi algo espontâneo, mas que teve um efeito imediato.
Sem palavras saímos da piscina e como estávamos sozinhos tínhamos certeza que ninguém chegaria começamos a intensificar os carinhos.
O beijo tornou-se mais possesivo com pequenas mordidas nos lábios.
Beijávamos o corpo inteiro, e quando cheguei à parte que culmina o ápice do prazer nossos gemidos em uníssono ecoaram por toda casa.
Ah como eu gosto de sentir lábios ávidos na minha xoxota lisa, ensopadinha de excitação.
Paulo não poupava explorar cada cantinho de minha xoxota deixando cada vez mais fogoso é claro que eu não poderia deixar de provar de seu cacete que mais parecia uma tora rígida, que saboreava como a uma fruta madura e suculenta:
Aquele cacete adentrando minha boca, cheia de veias com cabeçorra grande lisinha, nem me importei se era o pequeno filho da empregada que sempre convivi nos tempos de minha infância.
Mudávamos de posição com desenvoltura e rapidez.
Quando fiquei de joelho a seus pés chupando-o olhando pra ele, o vendo revirar o olho de prazer, e mordendo os lábios de excitação.
E Paulo em sussurros implora:
– Vai minha putinha, me chupa caralho!
Ah como desejei isto há tempos.
Isso chupa gostosa minha putinha.
Ah… Que delicia tanto tempo sonhando e desejando!
Quantas vezes escondido olhava você tomando banho
Ah Marcela safada, gostosa…
Eu gemia pedindo leitinho Paulo queria prolongar mais ainda o prazer… Mas a loucura apossava de nós assim Paulo me colocou de quatro (4) na cadeira da piscina e começou a seu cacete na xoxota.
Eu estava há tanto tempo sem transar que quando Paulo começou e meter eu senti como se tivesse sendo rasgada. Soltei um gemido pedindo que metesse devagar então ele atendeu meu pedido, de quatro mesmo só na base de tapinhas na bunda segurando em minha cintura com firmeza, ele metia bem devagar.
Quando estava com cacete firme todo lá dentro, ele começou a me comer bem devagarzinho.
E sempre falando “esta gostando da minha vara putinha”?
“Quero ir devagar para deixar você sentir ela te rasgando”
Eu só sabia gemer, e sorrir saboreando cada minuto de êxtase.
Assim ficamos sum bom tempo sendo castigada vigorosamente pela verga do negão.
Depois Paulo aumentou a pressão dos movimentos, aos poucos sentia que minha xoxota estava completamente preenchida. Não aguentei e pedi.
-Ah Paulo come gostoso tua putinha, mete com força vai meu tesudo.
Paulo acelerou mais os movimentos e entre gemidos falou:
– Teu pedido é uma ordem!
Acelerou com estocadas fortes e vigorosas, parecia um bate estaca me penetrando então… Não aguentamos muito e…
-Ambos explodimos em um orgasmo intenso.
Assim foi a nossa primeira vez.
Eu fiquei uma semana no interior, é claro que Paulo ficou uma semana visitando meu quarto. Minha mãe até falou uma dia no café da manhã que bem que ela gostaria que eu e Paulo namorássemos, mas como sou mais velha tem certeza que ele não aceitaria.
Não sabendo ela que Paulo já está certo de vir fazer faculdade na capital e é claro enquanto não tiver um lugar certo ficará comigo em meu apartamento, mas em segredo, pois sua mãe talvez não possa gostar.
Logo em menos de trinta dias Paulo já estava alojado em meu apartamento e em minha cama.
Eu adorei é claro de tê-lo sempre me aquecendo nas noites frias de inverno.
Mas como sei que ele possa se encantar com alguma jovem da faculdade já conversamos que quando quiser mudar-se as portas sempre estarão livres para ele tanto para entrar como para sair.
Mas enquanto isto vamos curtindo…
Estou adorando.
Meu afro descendente gostoso e bom de cama!

1 comentário em “Transando com filho da empregada”

  1. Ola sou louco para pegar um loirinha, deve ter a buceta branquinha, ou pegar uma novinha deve ser uma delicia, ou pegar mae e filha😬 tambem pegar uma casada na frente do marido eita, mulher q esta ai cheia de tesÃo me chama no zap 11947841246

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