Transando com a minha prima

Meu nome é Kelly, tenho 34 anos, sou morena clara, cabelos lisos, 1,65 de altura, não sou gordinha, mas sou meio cheinha, porém com curvas perfeitas e um corpo bem modelado. Sou o tipo que arranca suspiros e sonhos molhados dos maridos das magrinhas.
Hoje estou com o pai do mais velho.
Tenho uma prima chamada Michelle, é loirinha, baixinha e tem 25 anos. Ela só tem uma menina de 5 anos e é casada. Michelle não é muito de putaria, é muito raro ela trair o marido. Já eu, srsrsr…
Mês passado nossa família alugou um rancho para passarmos o fim de semana de carnaval. Michelle e eu, como não trabalhamos, fomos designadas a irmos um dia antes para deixar tudo arrumado. Fomos somente ela, eu e nossos filhos. Chegamos pela manhã e ficamos o dia todo arrumado tudo. No fim do dia estávamos exaustas. Umas nove

horas jantamos e mandamos as crianças para a cama, elas dormiram pesado, pois correram e brincaram o dia todo.
Depois do banho, Michelle me chamou para tomar umas cervejas na varanda, olhando aquele céu carregado de estrelas e uma lua crescente maravilhosa.
Depois de umas três garrafas começamos a falar sobre sexo e eu lhe confidenciou que havia realizado uma fantasia do meu marido. A fantasia dele era me ver transando com outra mulher. Michelle ficou empolgadíssima e eu logo percebi que ela tinha essa tara. A flagrei olhando direto pro meu pacote, sim, tenho um cspozão de fusca viu. Eu estava com um pijama que evidenciava isso e estava sem calcinha. Aliás, só uso calcinha para sair à rua. Ela percebeu que a flagrei e tentou disfarçar, mas como eu já estava alcoolizada não deixei passar e comentei: “Eu vi viu”.
Ela sem graça respondeu: “Mas vc fica aí expondo essa xana desse jeito, parece que tá me oferecendo”.

Aí eu perguntei se ela aceitaria caso eu oferecesse.
Ela respondeu que depois de mais uma garrafa de cerveja provavelmente sim.
Corri e busquei outra garrafa e pedi pra ela tomar direto no bico. Ela bebeu um bom gole e derramou um pouco na camisa. Ela usava só uma camisa branca de botão e calcinha, mais nada.
Quando ela derramou eu já comecei a rir e disse que iria secar, passei a mão na camisa e o molhado estava bem na altura do seio dela. Ela disse: Vc tá arrumando é desculpa pra pegar no meu peito.
Eu respondi que não precisava de desculpa para pegar no peito dela. Então me aproximei mais ainda e comecei a desabotoar a camisa dela. Ela estava de pé. Ficou parada e calada, segurei levemente os dois seios dela por baixo da camisa. Ela suspirou. Então a beijei, foi o beijo mais macio e gostoso que já dei. Ela não aguentou, senti que ela estava com muito tesão. Me chamou para irmos para um quarto, eu disse que seria melhor ali mesmo. Apesar do risco de aparecer uma das crianças.

Continuamos a nos beijar com paixão e desejo. Tomei todas as iniciativas e ela correspondeu a todas.
A sentei na cadeira, tirei sua calcinha e chupei aquela buceta rosadinha até despejar seu gozo na minha boca. Depois foi a vez dela me chupar, percebi que ela não tinha muito jeito pra coisa ainda, mas mesmo assim me fez gozar duas vezes naquela boca macia.
Chupei ela todinha, até aquele cuzinho virgem. A fiz gozar umas 3 vezes. Exaustas fomos dormir.
No outro dia o povo começou a chegar logo de manhãzinha. Ela estava envergonhada mas me chamou para conversar. Disse que gostou mas que só fez pq estava bêbada e que não faria mais.
Aceitei o que ela disse mas confesso que eu, além de tarada na Michelle estava começando a me apaixonar por ela.
Quase não nos falamos durante o dia todo devido a festa.
A tardezinha, ela disse que precisava ir à cidade buscar uns remédios da nossa avó que o pai dela havia esquecido. Me chamou para ir com ela.

Não mencionamos a noite anterior, mas ainda a caminho da cidade, ela entrou numa estrada de chão e depois no meio de um cafezal.
Parou o carro e disse que queria mais, ela estava de vestidinho e já sem calcinha. Dalí começou nosso amor escondido.
Toda semana nos encontramos e já cogitamos largar os maridos.
No próximo conto saberão no que deu tudo isso…

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