A Primeira vez de um corno

A primeira vez de um corno Eu e minha mulher, uma loira alta de seios pequenos e boa bunda, começamos a fantasiar o fetiche de corno. Começamos vendo vídeos e decidimos experimentar. Bolamos um plano ousado: ela convidou um amigo para ficar em casa e ali tentaria alguma coisa. O final de semana corria normalmente, até que ela avisou que tomaria um banho. Eu não imaginava que aconteceria assim, mas ela foi surpreendente e saiu pelada do banho. Quando passou de frente ao cara, que estava sentado no sofá, ele tomou um susto e ficou sem reação. Até que ela sentou ao seu lado e disse:

– Calma.

E riu. O cara se ajeitou, sem saber o que iria acontecer e olhou sem graça para mim. Eu me sentei direito no outro sofá e ele viu que estava tudo bem. Então, já solta, ela sentou em seu colo e começou a beijá-lo na boca. Suas mãos ainda estavam paradas, mas ela começou a esfregar a buceta, tentando ensaiar uma cavalgada, por cima da roupa. Até que ela levantou os braços dele e disse:

– Tira a camisa.

Ele tirou e ela começou a beijar o seu peito e a alisar seu pau com a mão, dava para ver o volume por cima da calça. Eu já estava bem excitado, tirei a calça e comecei a me masturbar bem devagar. Ela foi descendo, até chegar na calça e colocou o pau dele pra fora. Era médio, de uns 15 centímetros, mas grosso. Quando viu aquele pau duro pra fora, ficou de joelhos no chão e começou a chupar as bolas, olhando para a cara dele sem parar. O cara ficou tão doido que até esqueceu minha presença e começou a gemer, mas ainda não estava se sentindo solto. Foi então que ela começou a chupar o seu pau, primeiro lambendo a cabeça e então passou a fazer o boquete: engolindo o pau até o talo e chupando. Começou a sair um pouco de porra na baba, ela esticava e engolia. Ela não aguentou, ficou de pé e falou:

– Vem me comer.

Pegando o cara pela mão, o conduziu até o quarto e deitou na cama de perna aberta. Foi então que ele se soltou e começou a chupar seus seios pequenos com muito gosto. Ela se contorcia, pois seus seios são muito sensíveis, até que ele começou a alisar sua buceta, que já estava encharcada. Ele ainda estava mais quieto, e ela tomou a atitude:

– Me fode.
– Cadê a camisinha?
– Camisinha o caralho, quero seu pau dentro de mim.

Ele nem pensou duas vezes, abriu bem as pernas dela e enfiou o pau de uma vez. Ela gemeu, e então ele deitou em cima e começou a beijá-la na boca, apalpando seus seios, coxas e até brincando na porta do cuzinho com o dedo. Conforme o ritmo ia aumentado, ela gemia e apertava seu corpo, beijando sua boca. Não demorou muito e seu gemido foi ficando intenso, ela estava prestes a gozar e acabou gozando e começou a falar gemendo:

– Que pau gostoso, que delícia de caralho.

Ele foi aumentando o ritmo e ela fez algo que nunca me pediu:

– Bate na minha cara.

Ele se soltou, começou a bater em seu rosto e a dizer:

– Goza, sua puta.

– Mete na sua puta, mete.

Ela gozou de novo, ele foi aumentando e socando mais forte, passando a mão por todo seu corpo, até que ele também começou a gemer e ela percebeu que estava prestes a gozar:

– Enche a minha buceta de porra.
– Me dá porra na buceta.
– Dá porra para a sua puta.

Ele urrou e parou de meter, a sua buceta estava gozada… Começou a pintar um romance, os dois começaram a trocar selinhos, com ele em cima e parado, com o pau dentro ainda. Até que ele saiu de cima, deitou de lado e seu pau estava mole. Sua buceta estava cheia de porra, vazando porra até cair no cu. Ela deitou em seu peito e começaram a trocar carinhos. Fiquei apenas observando, até que ela começou a mexer em seu pau de leve. O cara ficou duro de novo, ela percebeu… E tomou uma atitude: pegou um lubrificante que já havia deixado num criado-mudo, ficou de quatro e disse: – Dá porra no meu cuzinho. Ele a pegou de quatro, chupou seu cu e passou o lubrificante.

Assim que acabou de passar, ela virou e disse:

– Mete de uma vez só e com força, come a bunda da tua puta.

Ele obedeceu: enterrou o pau na sua bunda, arrebitada e começou a dar tapas naquela bunda maravilhosa. Sua bunda logo ficou marcada pelos tapas, muito vermelha e ela pedia mais:

– Me marca, meu macho. Come o cu da tua puta.

Ele socava com força, enquanto ela rebolava, até que ele começou a puxar seu cabelo:

– Come o cu da puta, sou só sua.

E mais ele comia e batia em sua bunda, alternando com passadas de mão em seu corpo. Ele começou a socar mais forte, o barulho da estocada era alta e vê-la tão dominada, com os cabelos puxados e a bunda vermelha, me enchia de tesão. Ela começou a pedir:

– Goza dentro da minha bunda, meu macho. Quero porra do meu macho.

Logo o cara parou as estocadas, urrou e ela deitou, com ele deitado sobre seu corpo. Ele havia gozado em seu cu, e começou a beijar o pescoço e a fazer carinho em sua cabeça. Os dois se viraram e deitaram abraçados, trocando beijinhos. Saí do quarto e os deixei à vontade. Mais de duas horas se passaram, ouvi os dois saindo do quarto e indo ao banheiro. Fui atrás e os dois entraram no chuveiro. Os dois tomavam banho e se beijavam, até que seu pau ficou duro. Ela ficou de joelhos e começou a chupar e a punhetar:

– Não tomei leitinho na boca.

E começou a chupar ali no chuveiro, agora melhor do que no sofá: passava a língua na cabeça, engolia devagar, chupava com força e alternava. E pediu:

– Bate na tua puta, caralho.

Ele começou a puxar seu cabelo e bater em seu rosto e a falar:

– Engole meu pau, sua puta.

– Sua puta.

Foi então que o cara gemeu e aí que ela aumentou o ritmo. Segurou seu pau com a boca, com tudo e logo a porra escorreu pelos cantos da boca. Ela pegou com o dedo, passou no rosto e disse:

– Amo porra do meu macho.

Depois do banho, foram dormir agarradinhos e eu para o outro quarto. Este foi o início das nossas aventuras e logo teremos mais.

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