Minha veterinária preferida – Continuação

Continuação, conforme contei no conto anterior, o meu melhor amigo andava a foder a nova veterinária da cidade, e nós os dois não tínhamos segredos, muita punheta juntos vendo mulheres, e na nossa adolescência comemos o cu um do outro. Como também disse, sou casado, tenho dois filhos, 41 anos, não tenho um corpo atlético, mas também não sou gordo, tenho um pau médio grande, mas segundo as mulheres com quem fodo, muito grosso, todas se queixam quando chega a hora de dar o cu, por norma só consigo com a minha mulher ou quando recorro a meninas que prestam serviço do género. Forcei a veterinária a oferecer-me a sua boceta, ou melhor, contei-lhe que sabia que ela e José fodiam, e aproveitei-me do facto de a ter confrontado e ela ter ficado em choque para comer a sua boceta gulosa. No final, deixei o meu contato e pedi que me liga-se urgente, isto no Sábado, 29 de Fevereiro, conforme terminei o conto, a vadia ligou-me a pedir para conversarmos, eu perguntei onde e ela pediu para eu passar na

clínica na hora que eu pudesse, e eu recusei. Ela perguntou como fazíamos e eu sugeri um Motel que havia à saída da cidade e a vadia recusou. Fiquei furioso, desliguei-lhe o telemóvel. Mandei mensagem para ela a dizer que ia começar a falar com os meus amigos sobre ela e que eles iam lá todos fazer o mesmo que eu, e ela respondeu por favor pedindo para eu não fazer isso, ia arruinar a vida dela e da família por arrasto. Pediu por favor para eu ir ter com ela para conversarmos calmamente, e eu na resposta mandei a morada do Motel, e ela disse que nunca foi num Motel, nem faz o género dela, e que se fossemos para um hotel, eu não ia querer conversar com ela, ia querer apenas arrombar ela, e eu disse a ela que agora era só o cuzinho e ela voltou a dizer “nunca”, fiquei furioso. Não respondi

mais e ela mandou várias mensagens, ligava e eu não atendi. Durante três dias, ela ligava três/quatro vezes por dia e mandava várias mensagens, na sexta-feira fui almoçar com o José e ele estava fodido, já havia ido três vezes no veterinário e Marcília não o atendia, era a colega, e eu disse a ele na brincadeira que ele devia ter arrombado o cu dela, e ele a rir disse que não foi por falta de tentar. Na sexta-feira à noite, mandei mensagem para ela avisando que conversas com ela só no Motel, e ela pediu novamente por favor pra ser na clínica, fiquei com a sensação de que ela me queria foder, com alguma gravação ou algo do género. Sugeri um hotel e ela disse que tinha que ser num sitio sem cama, sem sofás, sem macas, e num sítio em que pudesse gritar caso eu tentasse alguma coisa. Chamei ela de puta e não falei mais com ela. Não falamos o fim-de-semana todo, na segunda-feira de manhã ela mandou-me uma mensagem a dizer que tinha que estar na terça-feira em Lisboa pelas 10:00h, tinha uma formação, mas que terminava cedo, se eu aceitava conversar com ela em Lisboa, e eu disse que aceitava numa esplanada ou no meu carro no parque de estacionamento, ela escolheu uma esplanada. Na terça-feira acordei cedo e fui trabalhar ainda de noite para sair mais cedo, sai, e voei para Lisboa, estacionei o carro e apanhei o Metro até ao Parque das Nações e sentei na esplanada da rua esperando ela, mandei mensagem avisando que já estava lá e ela pediu 30 minutos. Ela

chegou, bonita como sempre, cabelão amarrado, rabo de cavalo, óculos de sol, leggins pretas, blusa branca com um generoso decote e um casaco preto. Ela sentou-se na minha frente, e eu perguntei se ela queria alguma coisa, e ela pediu um chá, fui buscar um chá e um café. Sentei-me na frente dela e perguntei muito abertamente se estávamos ali para ela me deixar foder o seu cu, ela ficou vermelha de vergonha, coloquei a minha mão em cima da sua e ela puxou e eu disse que nunca vi puta envergonhada. Ela tirou os óculos de sol e disse-me que ia ser sincera comigo em dois aspetos. Sai da cidade onde vivia, porque meu marido me apanhou a trair ele com um amigo dele, isso à três anos, já percebeste que ele é importante e tem muito dinheiro, e ofereceu-me a oportunidade de recomeçarmos a nossa vida naquela parvónia de cidade, desde que tivéssemos um filho, disse que me construía o melhor consultório da cidade, aceitei e engravidei mas assinamos um acordo que se eu voltasse a trair ele, eu saia do casamento sem nada, incluindo o meu consultório e ainda abdicava da custódia do meu filho fruto de ser ninfomaníaca e colocar o sexo à frente de tudo. Eu fiquei em silêncio, e naquele momento pensava se fodia ela ou não. Estava tudo a correr de forma

perfeita, estávamos felizes e ele sabia que apenas saia para ir trabalhar. Em Dezembro apareceu o José no meu consultório, fiquei derretida, atendi o gato que estava doente, mas sempre de olho nele, fiquei toda derretida, no dia seguinte o outro gato ficou doente, mas esse foi a desculpa pra ele me agarrar, puxar pra ele, beijar e me foder, e ele passou a ir lá com os gatos o cão, tudo era desculpa para ele aparecer e foder-me, eu ali sabia que podia foder à vontade, amava cada foda que José me dava, eu delirava, com muita pena minha não podia gritar. Ficamos por uns momentos em silêncio e eu senti-me arrependido, mas infelizmente para ela, ela focou o segundo aspeto, aos 15 anos, eu tinha um tio bem mais velho que meus pais, e ele sempre aparecia lá em casa super tranquilo, com ou sem os meus pais, e estávamos muito à vontade, brincávamos muito, ele um dia chegou lá e eu estava de saída para a praia, era verão e eu sem camisa, apenas com o biquíni, já tinha umas mamas consideráveis para a idade, e o rabo grande. Mas nesse dia ele veio com outra vontade, entrou e perguntou pelos meus pais, ele sabia que estavam trabalhando e a que horas voltavam eu disse que precisava sair para ir para a praia, ele sorriu, encostou-se para mim e disse-me que eu não ia à praia, eu não percebi a conversa, e ele agarrou-me pelo braço e levou-me para o quarto dos meus pais e atirou-me para a cama, saltou-me pra cima e rebentou o meu biquíni, mordeu as minhas mamas

com violência, e disse que eu ia pagar o preço de gostar de andar provocando os homens com pouca roupa, virou-me e despiu-me as cuecas do biquíni, eu estava de saia, ele levantou a saia e deu-me tantas, mas tantas palmadas no rabo, que nem sei contar, eu chorava muito, ele baixou a sua cabeça ao meu cu e lambeu e cuspiu, levantou-se e senti suas calças abrirem, ele deitou-se sobre mim, e encostou a cabeça do seu pau em mim e enterrou sem dó nem piedade, eu gritava, pedia por favor para ele parar, mas parecia que os meus gritos e choro o excitavam ainda mais e ele fodeu o meu cu como quis e ainda gozou bem fundo chamando de puta oferecida. Tirou o seu pau e limpou no meu cu, eu fiquei deitada a chorar, ouvi ele vestir-se e veio ter comigo e levantou a minha cabeça pelos cabelos e disse que era o nosso segredinho, que me matava se eu contasse para alguém, soltou meus cabelos e foi embora. Durante um ano, sempre que ele quis, ele veio na casa dos meus pais e arrombou o meu cu, passei a fazer mamadas no pau dele, deve ter arrombado demasiado para seu gosto, pois só me procurou depois de casada, mas ai não tive medo dele e enfrentei-o e ele acabou por morrer e eu tive que fazer de menina bonita e ir no funeral daquele filho de uma égua. Percebes agora o porquê do teu silêncio ser tão importante? Percebes porque não dou o cu a ti nem a ninguém? Eu disse que percebia, mas que apesar daquela história bonita continuava querendo foder ela, ela baixou a cabeça triste e eu disse a ela que ela não era o meu género de mulher, apenas um tesão do momento, expliquei que não a queria como amante, ainda pra mais com essa responsabilidade agora, mas que ela era um tesão meu naquele momento, e que o “nunca” dela, despertou ainda mais o desejo.

Vamos dar uma volta no metro antes nos vejam aqui sentados e vaiam contar ao teu marido, sugeri eu, ela olhou para a hora e aceitou. Perguntei-lhe se ele sabia a que horas tinha terminado a formação e ela disse que tinha o comprovativo da formação, faltando apenas colocar a hora final. Eu sorri, entramos no metro e seguimos conversando, trocamos de linha e saímos nos Restaurados e ela disse que adorava aquela zona da cidade. Eu sabia para onde a queria conduzir, ela estava sendo levada para um dos melhores Motels de Lisboa, e andamos às voltas mais de uma hora, passamos na porta de uma garagem, eu entrei e chamei ela, agarrei ela encostei na parede e disse que ela não saia de Lisboa sem dar a boceta pra mim, e ela aflita perguntou onde, e eu sugeri ir ver onde dava aquela garagem, estávamos no Motel, e ele tinha a espetacular funcionalidade de entrarmos pela garagem sem passar pela receção desde que o pagamento fosse efetuado por MBWAY ou transferência bancária, subimos e entramos num corredor com algumas portas, e eu comecei a experimentar e uma abriu, puxei ela pra dentro, e ela olhou e disse que eu era um filho de puta, que estávamos num Motel. Sorri pra ela e disse que era ali que as putas fodiam e ela ali podia ser ela e gritar. Ela tentou dar-me uma bofetada, agarrei-a pelo cabelo e puxei para o chão, mandei ela despir-se e ela recusou, e eu abanei a cabeça dela presa pelos cabelos, ela começou a chorar e eu disse, pra ela borrar a maquilhagem e chegar em casa e mostrar ao corno, ela a muito custo controlou-se e despiu a sua roupa toda, mandei ela despir-me, e ela assim o fez, arrastei ela pelos cabelos e ela só gritava para eu parar porque estava magoando. Chegamos lá, levantei ela pelo braço e sentei na cama, levantei seu queixo e disse a ela, fazemos a bem e você não chora e volta pró corno naturalmente, como a puta que é. Fazemos a mal e você vai chorar e justificar pra ele porque chorou na sua formação. Tirei a mão do seu queixo e ela baixou a cabeça e começou a mamar no meu pau e ela sabia mamar na perfeição, fiquei acariciando seus mamilos, empurrei ela para a cama, abri as suas pernas e mergulhei naquela boceta maravilhosa, apenas um risquinho de cabelo bem no meio, comecei a mamar nela, abria seus lábios e metia a minha língua naquela boceta saborosa, mordia o grelo, e ela já gemia perdidamente, e agarrava-se aos lençóis, subi para cima dela e ela começou a passar as mãos em mim e eu meti meu pau nela sem problema e comecei a bombar, mas o meu tesão era tanto, que eu bombei uns 5 minutos e vim-me todo na sua boceta, ela sorriu e disse que queria mais, beijei-a e disse que havíamos começado agora. Deitei de lado ao lado dela e comecei mamando nas suas mamas como um recem nascido e a minha mão direita, tinha um dedo a esfregar o seu clítoris e ela teve um violento orgasmo, estremeceu toda e gemeu sem problema nenhum, agarrou-me, beijou-me e disse como era maravilhoso poder gemer assim. Ela ficou deitada em cima de mim e passados uns minutos tomou ela a iniciativa, sentou-se sobre o meu pau e o mesmo ficou perfeitamente encaixado no meio dos seu lábios, de certeza que não era a primeira vez que fazia aquilo, o meu pau estava dormindo, ela começou a roçar seus lábios no meu pau e perguntou-me se eu a ia fazer vir mais, agarrei suas mamas e fiquei passando o dedinho no bico dos seus mamilos, e ela roçava-se cada vez com mais força, e eu estava de pau duro, e ela sabia, e ela num movimento que eu não percebi bem, fez a sua boceta engolir o meu pau todo, e disse é maravilhosa a grossura dele, sinto ele entrando em mim, abrindo as paredes da minha boceta, ela apoiou-se na cama e começou a rebolar bem devagarinho, eu estava a adorar, e ela foi cuidadosamente aumentando o ritmo, ela sabia que me estava a deixar maluco, ela apoiou-se bem na cama, colocou um pé no colchão e depois o outro, ficou sentada em cima de mim, apoiou-se no meu peito e começou a levantar e baixar a sua cintura a um ritmo maravilhoso. E disse que não ia aguentar muito mais que se ia vir toda, começou a gritar como nunca tinha visto, e veio-se e deitou-se para o lado de barriga pra baixo, eu tava louco de tesão, dei-lhe uma palmada no rabo e ela disse apenas cuidado para não marcar, e ela disse para eu terminar de me vir fodendo ela, olhei para o seu rabo e pensei que era agora ou nunca. Saltei para cima das pernas dela, peguei nas almofadas e coloquei debaixo da sua cintura, abri as pernas dela e dobrei elas, e comecei a bombar na boceta dela, o meu pau ficou completamente lubrificado, tirei, abri seu cu, e passei o meu pau no olho do cu, ela encolheu-se e disse não, eu disse que sabia, e voltei a bombar na boceta dela, voltei a tirar e passei no olho do cu, esfreguei um pouco e voltei a meter na boceta dela, bombei duas ou três vezes, tirei, voltei a esfregar no olho do cu dela que brilhava olhando para mim, e ela disse que eu tava tentando a minha sorte, mas não ia conseguir, forcei e a cabeça entrou, e ela começou a chamar-me filho de puta e pedia por favor para eu tirar que tava a doer muito, e eu pedi desculpa e enterrei ele todo, ela gritou demais, parecia que tinha o pau de um travesty de anuncio enterrado no cu, eu fiquei parado e mandei ela parar de gritar, senão ia chorar, ela acalmou-se e eu comecei a puxar para fora e voltava a meter bem devagarinho, ela gemia de dores, e eu fui aumentando o ritmo e disse a ela que tinha que me vir naquele cu maravilhoso, bombei quatro ou cinco vezes com tudo o que tinha, enterrei e senti o meu pau a despejar o seu leite no fundo do cu dela, sorri e perguntei se ela estava a sentir e ela disse que era impossível não sentir. Deitei-me em cima dela e agradeci e ela disse que eu tava a agradecer por ter feito algo que ela não queria. O meu pau ficou mole e eu tirei e de joelhos por trás dela, meti um dedo e fiquei esfregando o meu leite naquele cu que agora era meu. Pedi-lhe que me limpasse o pau, e ela disse que não havia percebido, e eu ajoelhei-me do lado da sua cara, levantei a cabeça dela pelos cabelos e meti o meu pau na sua boca, e ela limpou-o todinho, e ainda o deixou duro que nem uma rocha, e eu disse que ia arrombar a boceta dela, mandei ela colocar-se quatro na beira da cama e ela meteu-se, ajoelhei-me e mamei aquele bocetão que rapidamente ficou encharcado, levantei-me agarrei-a pela cintura e meti nela com tudo o que tinha e comecei a foder ela de uma forma louca e ela só pedia para eu rebentar a boceta dela, ela gritava para eu foder a puta dela, fodi ela por mais de 15 minutos e ela gritou que se estava a vir, disse que eu a matava fodendo assim, tirei o meu pau e meti no cu dela, e voltei a bombar, ela chamou-me filho de puta, e eu dei-lhe uma palmada e mandei-lhe rebolar e ela começou a rebolar, e eu parei e passou ela a controlar o ritmo, eu ia gozar novamente dentro dela, mas tirei, subi para cima da cama, e levantei ela pelos cabelos e disse que tinha que ser na boca, para não borrar a maquilhagem, ela pediu nas mamas, e eu dei a escolher rosto ou boca, enquanto me punhetava, ela abriu a boca eu meti o meu pau, e jorrei fortes jatos de porra na boca dela, ela afogou-se e começou a tossir, mandei ela abrir a boca para eu ver, ela abriu e mostrou um montão de leite na boca e eu mandei engolir, ela engoliu e abriu a boca e mostrou a língua, igual a atriz porno. Baixei-me e beijei-a, és a minha puta. Vestimo-nos e saímos, apanhamos o metro e perguntei-lhe onde ela tinha o carro, o meu tava mais próximo e levei ela ao carro, encostei do lado dela, e disse a ela para marcar o meu gato para daqui a duas semanas, ela sorriu, deu-me um beijo enorme, e perguntou de quanto tempo o gato precisava e eu disse que uma hora, e ela disse que o gato não podia arranhar a Dra, nem fazer ela gritar, mas que mandava mensagem com dia e hora da consulta do gato e saiu. Seguimos juntos na estrada até nossa cidade. Depois chegou esta maldita praga e o meu gato não foi à sua veterinária, pois as consultas são à porta aberta, mas já combinamos que quando voltar à normalidade, a primeira consulta é do Kiko (nome do gato). Durante esses dias, eu disse a ela que queria foder o cu dela no consultório dela e ela respondeu que não foi tão mau como esperava, eu sabia que ela ali não podia gritar, mas podíamos experimentar.

1 comentário sobre “Minha veterinária preferida – Continuação

  1. Tenho vontade de tira uma virgindade. Estourar uma novinha de menor chama novinha, conhecer mae e filha ou ter uma casada na frente do marido ou ser amigo de uma familia safada rsrs
    Estou aqui pensando sera que ter mae que da para o filho mesmo?
    Me chama no zap vamos bater um papo meu zap e 11947841246 Amo loirinha branquinha deve ter a bucetinha rosinha

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