Minhas histórias do tempo da faculdade

Não cheguei a me formar na faculdade de administração, mas me rendeu boas histórias. O que vou te contar agora aconteceu logo no meu primeiro ano de faculdade.

Eram muitos alunos, mas certo dia cruzei com o Felipe na praça de alimentação da faculdade. Eu fazia adm e ele engenharia civil. Andava sempre com um tubo preto nas costas, acho que levando as plantas dos projetos. Tinha 1,78, talvez 1,80, andava sempre com seus amigos de turma, tinha a pele bronzeada, cabelo cortados curtos, uma barba curta que te dava um ar mais sério e adulto, embora tivesse 19 ou 20 anos. Era adepto de academia e futebol, todo atlético.

Na mesma semana que nos cruzamos, nos encontramos no fluxo que se formava em frente a faculdade pelas sexta-feiras. Ele ficou com seu grupo de amigos da turma, e eu com minhas amigas. Sempre escapava um olhar, misto de flerte e desejo.

Passaram algumas semanas sem que olhares mais quentes ou qualquer tipo de flerte acontecesse. Era muito corrido e sempre estávamos cheios de provas e trabalhos a ver.

Até que um dia, inesperadamente, vi uma foto em que ele estava, no perfil da atlética da engenharia. Não que estivesse procurando exatamente ele nas fotos, mas foi ótimo descobrir seu nome e poder conhecer mais um pouco dele pelo instagram. Fiquei tensa, mas não exitei. Deixei uns likes em algumas das fotos. Foi o suficiente!

Horas depois ele retribui os likes e me seguiu. Estava na aula e ele também. Ele me mandou um oi por mensagem e começamos a conversar.

Poderia ter rolado algo naquele mesmo dia, na faculdade, mas preferia ganhar mais confiança. Queria que ele soubesse que era travesti. Passamos o final de semana conversando. Contei a ele que era travesti e ele não se surpreendeu, disse que já imaginava e que não teria problema, que gostava e tinha ficado com mais tesão pra me pegar. A cada dia que passava a troca de mensagens ficava mais intensa. Ele perguntou se eu queria trocar fotos. Respondi que sim imaginando nudes, disse que: caso gostasse do que visse lhe mandaria as minhas.

Pra minha decepção ele mandou uma foto sem camisa, de bermuda. Eu disse que queria ver mais. Então me mandou um nude real, hehe. Em pé em frente ao espelho de pau duro. Não resisti. Respondi também com um nude, segurando minha própria ferramenta. ELe se apaixonou. Disse que nunca tinha saído com uma travesti, mas queria muito me chupar.

Seguimos conversando nos dias seguintes. Ele me mandava várias mensagens, estava apaixonado ou com muito tesão. Dizia que queria me chupar e queria ser meu. Dizia que eu poderia usá-lo como quisesse. Numa madrugada em que estávamos conversando, quando o tesão e hormônios estavam nas alturas disse a ele:“Quer mesmo? vou poder te usar mesmo?” Felipe respondeu com um áudio, dizendo que me desejava e queria sentir o gosto da minha pau em sua boca.

Pedi então que ele me enviasse um vídeo, se ajoelhando e tirando peça por peça de roupa pra mim. Que pedisse de joelhos que eu colocasse meu pau em sua boca. Que queria sentir o gosto da minha porra. E que por fim batesse uma punheta e gozasse pra mim, com a boca aberta, como se estivesse pronto para que eu gozasse dentro dela.

Enquanto conversava com ele, não me aguentei, passava a mão pelo meu corpo. Massageava meus peitos e me tocava. Com a saliva nos dedos comecei a estimular meu cuzinho, enquanto começava a me masturbar.

Achei exagerado da minha parte tudo o que tinha pedido, já que estava me iniciando nesse mundo dominatrix, mas me surpreendi com a sua resposta. Ele tinha adorado e pedia por mais. Que mandasse mais nele e que pedisse por mais coisas. Ele enviou o video pelo whats e me deliciei com sua cara de safado, ajoelhado, batendo punheta com a boca aberta e pedindo por leitinho.

No dia seguinte era insustentável não nos encontrarmos. Nosso grau de intimidade era grande e não me aguentava mais de tesão. Nos programamos e chegamos na faculdade um pouco mais cedo que o habitual. Logo que ele me viu, caminhamos para um corredor que passasse menos gente. Tão logo chegamos no corredor, ele lançou seu braço por minha cintura. Aproximou meu corpo ao seu e me deu um beijo molhado. Foram alguns segundo que perduraram Eras. Nos transportamos para o universo do prazer e das sensações, mas logo ouvimos vozes ao longe que já foram suficientes para nos retirar de nossa própria dimensão. A adrenalina subiu. Confesso que senti minhas pernas bambearem. Respirei fundo e senti sua mão me puxando. Fomos de elevador até o 3 andar, onde quase não havia movimento pelos corredores. Estava sendo levada pra não sei qual lugar daquela faculdade! O Felipe me sorria: prazer e alegria!

Até que ele sugeriu “vamos nessa sala de aula, tá vazia! ainda não chegou ninguém nesse andar.” Pra nossa sorte a sala estava destrancada e escura. As luzes eram acesas no disjuntor fora da sala de aula. A luz que entrava era do entardecer, lá pelas 18h. Como estávamos no horário de verão, havia ainda bastante claridade.

Na sala fomos até o canto, onde era quase impossível sermos vistos pela pequena janela de vidro que tinham as portas.
Eu estava de mini saia, e mesmo de salto era mais baixa que ele.

Ele me colocou na parede. Senti seus braços fortes me segurando. Sua mão deslizava pelo meu corpo. Seus dedos dançavam em minhas dobras. Foram escorregando até o meu pau. Ele pressionava seu corpo contra o meu, de modo que nossos paus se encostassem e gerassem atrito. Ele dizia que estava realizando um sonho e que eu era muito gostosa.

Continuamos nos beijando até que não aguentei mais e falei pra ele se ajoelhar. Ele estava esperando por isso. Tão logo olhei pra ele e pedi que se ajoelhasse, ele prontamente me obedeceu. Ficou de joelhos e pude ver uma versão ao vivo do vídeo que ele havia me mandado.

Segurando-o pelos cabelos, puxei sua cabeça em direção a minha virilha e esfreguei no meu pau duro. Ele se deliciava com aquilo e não se aguentava de tesão. Disse então que poderia abaixar minha calcinha pra me chupar. E assim foi. Ele começou beijando meu pau, e logo partiu pra cabecinha. Aos poucos foi ficando cada vez mais duro em sua boca, e ele chupava com mais vontade. Ele ajoelhado abriu seu próprio zíper e tirou seu pau para fora. Masturbava-se com meu pau em sua boca. Seu olhar era de um garoto safado que realizava os desejos mais escondidos.

O tesão, a adrenalina e receio de sermos pegos estavam a mil. Não aguentaria por muito tempo. Disse que iria gozar em sua boca se continuasse me chupando com tanta vontade. Ele não me deu ouvidos ou fingiu não me ouvir. Continuou me chupando e se masturbando. Até que não aguentei e comecei a gemer bem baixinho pra não ser ouvida. E veio. Enchi sua boca de leite, que foi prontamente engolido. ELe não tirou meu pau da sua boca enquanto não gozou.

Ele se levantou e começamos a nos arrumar. Já havia passado bastante tempo desde que tínhamos chego ali naquela sala. O horário da aula estava próximo!

Pra nosso espanto as luzes se acenderam. Gelei toda com medo de ser descoberta. Ele se aproximou da porta e viu o funcionário da faculdade passando indo em direção ao outro corredor para ligar as luzes das salas. aproveitamos que estávamos fora do seu campo de visão e saímos. E assim fui pra uma direção e Felipe pra outra.

Eu e Felipe tivemos mais diversas histórias nessa faculdade, mas fica pro próximo relato.

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Se vc tbm quer me mandar um video do jeito que o Felipe me mandou, eu vou adorar!
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